Klabin é o empresário da boa gestão
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- Publicado em Quinta, 22 Março 2012 16:23
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Empresário do setor de papel e celulose, pecuarista e ambientalista. Roberto Klabin é um dos raros casos em que atuações aparentemente distintas podem dar certo. Pioneiro em gestão de sustentabilidade, Klabin é presidente há 25 anos da Fundação SOS Mata Atlântica e da Fundação SOS Pantanal. Ele consta da programação de palestrantes do 3º Fórum Mundial de Sustentabilidade, que começa hoje. A apresentação dele está agendada para sábado (24), às 10h. Também faz parte dos conselhos consultivos da Conservation International do Brasil; da Renctas (Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres) e do Instituto Econsenso e do Funbio (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade). Formado em Direito pela Universidade de São Paulo, com especialização em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie, também integra conselhos administrativos como da empresa de papéis Klabin S.A. e do Hospital Israelita Albert Einstein.
Dia Mundial da Água: como despoluir os rios brasileiros?
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- Publicado em Quinta, 22 Março 2012 13:46
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Muitas cidades se desenvolveram em torno de grandes rios que pudessem suportar o crescimento da população. Mas, com o desenvolvimento desordenado e a busca por capital, a preservação das riquezas naturais foi deixada de lado, e muitos rios foram transformados em esgoto a céu aberto. O modelo brasileiro mais conhecido é o rio Tietê, mas outros tantos cursos de água sofrem de maus tratos em outras regiões do país. O rio Iguaçu, no Paraná, o rio Ipojuca, em Pernambuco e o rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul são alguns dos leitos mais poluídos do Brasil e recebem, todos os dias, grandes cargas de degetos e químicos industriais. Mas ainda há esperança de despoluição. Um exemplo disso é o rio Cheonggyecheon que, desde 2007, respira novos ares, abriga peixes, vegetação e serve de espaço de lazer para os...
Dia Mundial da Água: conheça os 15 mitos mais falados sobre a água
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- Publicado em Quinta, 22 Março 2012 13:27
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Nesta quinta-feira, o Dia Mundial da Água completa 20 anos. A data, 22 de março, foi escolhida pela ONU (Organização das Nações Unidas) durante a conferência Eco-92, no Rio de Janeiro, para alertar para a escassez de água potável. Isso porque 97% da água do planeta é salgada e está no mar, imprópria para ser bebida; 1,75% é gelo; 1,24% está em rios subterrâneos. Para as mais de 7 bilhões de pessoas vivas no mundo está disponível apenas 0,01% do total de água da Terra. No entanto, a água e o esgoto, gerado pelo uso dela, ainda são cercados de dúvidas. Saiba quais são os 15 mitos mais comuns – e também o que é verdade sobre esse bem essencial para nós. Posso beber água da torneira? Água tem gosto? A água da chuva pode contaminar a praia? Veja as respostas: O Brasil possui a maior reserva de água doce do mundo, porém mais da metade está na Amazônia e na bacia do rio Tocantins. A maior parte dos brasileiros mora em regiões com pouca água. A cidade de São Paulo tem menos água disponível do que Pernambuco, por exemplo. Imagine o...
Dia Mundial da Água: conheça os 10 rios mais poluídos do Brasil
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- Publicado em Quinta, 22 Março 2012 12:31
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Dados do IDS 2010 (Indicadores de Desenvolvimento Sustentável), do IBGE, mostram que os rios brasileiros estão aumentando o seu nível de poluição. Os indicadores do IBGE revelam quais bacias de água doce estão em situação mais crítica. Os IQAs (Índice de Qualidade da Água) mais baixos são os dos altos cursos dos rios Tietê e Iguaçu, que atravessam, respectivamente, as regiões metropolitanas de São Paulo e Curitiba. Tietê: Com 1.010 km², nasce em Salesópolis, na serra do Mar, e atravessa o estado de São Paulo, banhando 62 municípios. Ocupa o topo do ranking por receber o esgoto doméstico e industrial no trecho da capital. Dos 34 municípios que compreendem a região metropolitana de São Paulo, 19 não fazem tratamento de esgoto, lançado-o diretamente nos córregos e rios que deságuam no Tietê. Diariamente, são 690 toneladas de esgoto no rio mais importante do estado. A mancha de poluição do rio que, na década de 1990, chegou a cem quilômetros, tem se reduzido gradualmente no decorrer das obras do projeto Tietê.
295 toneladas de lixo nas praias
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- Publicado em Terça, 28 Fevereiro 2012 19:43
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As equipes contratadas pela Sanepar para fazer a limpeza da faixa de banho nas praias de Matinhos, Guaratuba e Pontal do Paraná vão encerrar nesta quarta-feira (29) os trabalhos, iniciados em 16 de dezembro, com a Operação Verão, do Governo do Estado. Neste período, foram recolhidas cerca de 295 toneladas de lixo e resíduos nos 62 quilômetros da orla, da Barra do Saí (Guaratuba) até a praia de Pontal (Pontal do Paraná). Durante o dia, os serviços foram executados por 125 coletores e seis equipamentos motorizados (dumpers) que recolhiam o lixo gerado pelos banhistas, como garrafas, latinhas, plásticos, palitos de sorvete e restos de coco verde. À noite, tratores de esteira recolheram resíduos trazido pelas marés e peneiravam a areia, assegurando melhor saneamento. “As praias do Paraná tiveram a maior operação de limpeza da sua história, proporcionando segurança e conforto aos banhistas”, diz o presidente da Sanepar, Fernando Ghignone. Os resíduos recolhidos pelas equipes contratadas pela Sanepar eram depositados em...
Usina de Mauá pode causar danos irreversíveis à fauna do Tibagi
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- Publicado em Domingo, 29 Janeiro 2012 13:37
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Cerca de 20 espécies de peixes poderão desaparecer com o início da operação da usina hidrelétrica de Mauá da Serra (90 km de Londrina). Com investimento de R$ 1,2 bilhão, a hidrelétrica deve entrar em atividade este ano. Segundo o governo do Estado, ela adicionará ao sistema elétrico uma potência instalada de 361 megawatts, o suficiente para atender o consumo de - aproximadamente - um milhão de pessoas. "É uma situação muito delicada porque aquela região abriga espécies comuns em áreas de corredeiras irão desaparecer. Mesmo que seja feito o repovoamento, nada irá compensar a perda. Aquela é a parte do Tibagi é a mais rica em fauna", afirmou a professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Sirlei Benman, especialista em peixes, em entrevista à rádio Paiquerê AM. A previsão da especialista é que a maioria das espécies de cascudos, por exemplo, suma da área porque as condições de vida serão alteradas de maneira irreversível. Como membro da câmara técnica que discutiu a obra, Sirlei comenta, com desapontamento, que o prejuízo à fauna não foi argumento suficiente para sensibilizar as intenções políticas.
Mauá conclui recuperação ambiental
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- Publicado em Quinta, 19 Janeiro 2012 21:36
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O Consórcio Energético Cruzeiro do Sul (formado pela Copel, com 51%, e pela Eletrosul, com 49%) concluiu o projeto de Recuperação Ambiental de Mineração na área a ser alagada para a formação do reservatório da Usina Hidrelétrica Mauá – entre Telêmaco Borba e Ortigueira, nos Campos Gerais. O trabalho, realizado em parceria com a Klabin (que possui uma fábrica na região), incluiu o tamponamento das onze bocas de minas de carvão existentes no local, remoção e destinação adequada de mais de 270 mil metros cúbicos de rejeitos de carvão. O tamponamento das bocas de minas, desativadas desde o encerramento da extração de carvão no local, foi concluído em julho do ano passado. Os rejeitos de carvão, que permaneceram no solo por anos, foram retirados do local que será coberto pela água e depositados em um aterro apropriado, fora da área do reservatório. O aterro foi impermeabilizado com uma manta de polietileno de alta densidade (Pead) e selado com argila compactada, para que o material não tenha contato com o solo e com o ambiente externo. Ainda foram construídas uma estação de tratamento de efluentes e drenagens superficiais, trabalho concluído no final de dezembro. Com tratamento adequado às minas desativadas e aos rejeitos de carvão, evita-se qualquer risco de contaminação da água do reservatório da Usina. O projeto foi previamente aprovado pela câmara técnica de Qualidade da Água e Uso Múltiplo do Reservatório, que faz parte do Grupo de Estudos Multidisciplinar da Usina Mauá, que integra instituições como universidades e o Ministério Público Federal. Todo o trabalho foi acompanhado pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e pelo Ibama.
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